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Crítica: Velozes e Furiosos 5 Operação Rio

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  • 11 de maio de 2011

Lançado em maio de 2011, a quinta edição trouxe todos os atores das filmagens anteriores. Contém muita ação e adrenalina, porém, sem a apologia aos rachas de rua, como foi acusado pelo governo americano na sua primeira edição. Ou seja, a cada novo Velozes e Furiosos está sendo deixado de lado os “pegas” ilegais e com isso estamos conhecendo novas culturas, de países diferentes, porém, sempre focado nos carros com motores preparados.

Desta vez, a história foi no Brasil (como já era previsto em Velozes 4), porém, o filme não mostrou nossos carros modificados, a maioria dos veículos eram gringos, mesmo por que muitas cenas foram gravadas em Porto Rico, criando um certo conflito cultural. Ou seja, foi uma história americana no Brasil gravada nos três países. Pois, de carros brasileiros viu-se muito pouco. Inclusive, na cena em que Toretto e O’Connor vão para as ruas apostarem seus carros, todos esperavam ver este racha, que infelizmente não foi exibido e sim somente o cenário gringo, com carros gringos e um ator falando “portunhol”.

O filme pode estar deixando suas raízes de lado, porém, está se tornando muito importante em seu gênero, sua produção está cada vez mais elaborada, reduzindo o lado “subcultural” dos rachas de rua e tornando-se um dos filmes mais importantes de Hollywood.

O Velozes 5, no entanto, mostrou que as histórias estão ficando cada vez melhores, como por exemplo, a cena em que o cofre é roubado e trocado durante a perseguição policial. Ou no final, que mostra uma prévia do que iremos encontrar no próximo filme, onde a namorada de Toretto reaparece.

Nossa equipe assistiu o filme a convite da Garage Store, que em parceria com a CLA, Sparco, McGard e autoShine locaram uma sala de cinema no dia 9 de maio e fizeram uma grande promoção para os clientes e amigos. Esta sessão fechada foi realizada na noite de segunda-feira, na sala da UCI do Shopping Jardim Sul, em São Paulo, onde contou também com a presença empresários e a cobertura de sites e revistas especializadas.

Além do convite, todos os participantes receberam brindes da CLA e da autoShine dentros das sacolas da Garage Store, mas como não podia faltar, ganharam também pipoca e refrigerante. Uma noite especial para quem gosta de carros e muita ação.

Para receber futuras promoções iguais a essa, cadastre seu e-mail aqui

Texto: Michael Bazzarello – Foto: Bruno Guerreiro

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mauricio batista
mauricio batista

ATÉ A MUSICA CUDURU FOI CANTADA EM ESPANHOU PORQUE Ñ COLOCARAM EM PORTUGUES

mauricio batista
mauricio batista

UM CASO DESSE ATÉ O BOP ENTRAVA CADÊ?

mauricio batista
mauricio batista

o filme foi bom mais faltou realmente o BRASIL

marcelo
marcelo

rsrs , o filme foi muito legal, mas é só um filme mesmo uma ficçao total, nao é mesmo ? pois cade os golf”s os gols envenenados como eles dizem e muitos autros , por que quando que a policia vai ter um carro daqueles hahaha, logo aqui no brasil . foi bom mas engraçado , porque a gente que é daqui sabe que nao é assim , e aquela parte que o toreto e o outro vai arranjar carros pra mega operaçao deles , só as prostitutas andan vestidas daquele geito ai ai acho que qai eles exageraram um… Ver mais

KAISER
KAISER

Desde o primeiro filme desta série a industria cinematrográfica quer enfiar garganta abaixo do público situações que nunca existiram e também não existem no esporte alternativo que são os rachas de rua. Qualquer um que estudar o assunto verá que os mesmos erros grosseiros que são mostrados sobre o Brasil no filme 5 são também mostrados no primeiro filme sobre os pegas de rua americano que nunca foram daquele jeito. Também a cultura de carros de rua Japonesa foi esculachada no episódio em Tókio. A questão é que nós, Tupiniquins mal conhecemos o Brasil, quanto mais os outros países. Sou… Ver mais