Alonso e Galvão de mãos dadas
- Publicado em 30 de junho de 2010
- -
- 10.947 exibições
- -
- Comentar
- -
- Mais
- -
- Compartilhar
Já foi o tempo em que chorar para ganhar mais um docinho fazia toda a diferença. Mas ainda tem gente que não aceita perder com classe.
Conheço um amigo empresário que é um desses. A razão, seja como for, tem de pesar mais na balança para seu lado, em qualquer circunstância. E não adianta levantar provas porque ele já tem suas desculpas prontas debaixo da manga. Então, para os fracos, o jeito é baixar a cabeça e para aqueles que não suportam coisas do tipo, o melhor é ficar distante o maior tempo possível.
Acontece que Reginaldo Leme, Luciano Burti, Mariana e cia. dependem das transmissões para reputação plástica e contratual de suas imagens. Mas trabalhar ao lado de Galvão Bueno não deve ser fácil.
Reconheço que ele nunca negou um bate-papo comigo nos tempos em que seu filho Cacá ainda corria pela categoria light da Stock Car, ou quando conversamos um tempão pouco antes de acontecer a abertura do SENNA in CONCERT no Pacaembu. Mas ouví-lo nas transmissões de Fórmula 1 é o mesmo que ver Fernando Alonso choramingar quando Lewis Hamilton (o cara que não baixou a cabeça ao dividir o posto de pilotos na Mclaren) chegar à sua frente. E tudo isso porque ele – Hamilton – errou ao ultrapassar o carro de segurança após o forte acidente de Mark Webber, foi punido com uma passagem lenta na linha dos pits e, mesmo assim, chegou em segundo lugar para manter a liderança do mundial.Chega a enjoar as incontáveis babaquices que este espanhol já disse. Lembram-se quando ele apareceu para dizer que a Fórmula 1 deixou de ser esporte? Lembram-se de quando ele era o “sabe-tudo” na polêmica Piquet?
Pois bem, cansou Fernandinho… cansou Galvão.
Rafael Poliszuk
http://rafaelpoliszuk.blogspot.com
Editorial Automobilismo
PMS Consulting & Media
Fotos: Ferrari






